"Só há duas espécies de pessoas verdadeiramente fascinantes - as que sabem absolutamente tudo e as que não sabem abolutamente nada."
Oscar Wilde
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Conclusões do encontro "Cidades Vivas Cidades Mortas"
Apresentamos as conclusões, aprovadas no encerramento do encontro "Cidades Vivas Cidades Mortas", da autoria do Dr. Sérgio Pereira Bento:
Encontro "Cidades Vivas Cidades Mortas"
CONCLUSÕES
Integrado nas Jornadas Europeias do Património, a Liga dos Amigos de Miróbriga e o Núcleo de Arquitectos do Litoral Alentejano promoveu, no Centro Interpretativo de Miróbriga, no dia 23 de Setembro, um primeiro encontro dedicado ao tema: “Cidades Vivas, Cidades Mortas”.
Entenderam os organizadores convidar para esta reflexão, agentes do planeamento urbano, como autarcas, arqueólogos, arquitectos, urbanistas, historiadores, técnicos municipais, para reflectir sobre a importância deste diálogo entre o Passado e o Presente nos meios urbanos, já que, como se diz na apresentação do Evento, “Na sociedade contemporânea são cada vez maiores os conflitos entre as necessidades e os requisitos da vida moderna e a presença e as memórias do Passado, a que genericamente se designa o Património Cultural Edificado”.
Os objectivos deste encontro, que se pretende o primeiro de muitos, são:
Elencar os principais problemas, atritos ou conflitos que as diferentes especialidades encontram na gestão diária da Polis moderna.
Clarificar a convergência de interesses entre autarcas, arqueólogos, arquitectos, engenheiros, promotores, que é na maior parte das vezes, complicada e é necessário identificar algumas dessas divergências e subsequentemente modos de as minimizar…
Coligir e divulgar exemplos, boas práticas e saudável convívio entre os diversos interesses.
Lançar as bases para a futura discussão para uma possível carta de boas práticas que congregue estas diferentes especialidades.
Pretende-se que estes encontros prossigam procurando demonstrar mais casos de sucesso, de equipas multidisciplinares com excelentes resultados (por exp. Museu Machado de Castro ou Santa a Clara a Velha; Alcácer do Sal, Lagos, Coimbra,) e alargar a outros especialistas, como por exemplo, arquitectos paisagistas, técnicos de turismo, etc.
Numa outra fase, será necessário reflectir na questão económica e de marketing, de como estas Cidades Velhas podem trazer notoriedade e valor acrescentado e financeiro às Cidades Novas.
Assim os participantes no primeiro encontro “Cidades Vivas, Cidades Mortas”, concluem, e declaram de toda a importância:
Enaltecer e incentivar a realização de iniciativas de divulgação e animação de Sítios Arqueológicos com encontros temáticos e através de um conjunto de acções de animação; e fomentar outras de carácter formativo, no sentido de manter as “Cidades Mortas” como Sítios Arqueológicos Vivos.
Reconhecer que é possível manter o rigor histórico e a autenticidade e simultaneamente transmitir conhecimento de um modo didáctico-pedagógico, reabilitando o património, valorizando-o, acrescentando um estímulo decisivo recriando simultaneamente o ambiente e as acções que foram caracterizando o sítio nas suas várias épocas, dando uma nova vida e imagem ao património, designadamente com recurso a recriações históricas, ao texto, ao desenho, ao foto-realismo, à recriação virtual e à sua divulgação por meios os mais diversos, incluindo os electrónicos em rede.
Definir e divulgar às populações e com as populações, a especificidade do património edificado e o interesse em estudar a “ruína”, como fragmento de arquitectura do passado, em contextos historicamente enquadrados.
Tomar exemplos de referência e prova de que, de hoje em diante, só devem fazer-se intervenções urbanas em articulação, numa indispensável metodologia de trabalho em equipa multi-disciplinar, no entendimento de que as áreas urbanas actuais se sobrepõem a horizontes de ocupação mais antigos, nalguns casos – a maioria – pré e proto-históricos, romanos, medievais e modernos.
Clarificar e caracterizar o papel dos vários saberes no processo de interpretação e intervenção dos locais, na perspectiva da metadisciplinaridade .
Considerar que os sítios arqueológicos, designadamente as cidades romanas, islâmicas e de outras épocas, são ainda hoje uma lição, e tentar com elas aprender como se pode usar, reciclar e proteger bens naturais como a água, jardins e bosques, de forma sustentável e equilibrada.
Partir da premissa de que uma cidade viva encerra um «arquivo de terra», contendo informação relevante para o conhecimento da sua História e que caracteriza a sua especificidade cultural, e a partir desta premissa, incentivar a organização de Programas Globais, que correspondam a um conjunto de acções programadas a médio e longo prazo para salvaguardar e rentabilizar o património passível de valorização, partilhando o seu conhecimento com a população residente e eventualmente com comunidades sazonais, no pólo oposto da tradicional intervenção avulsa, resultante de uma evidente falta de planeamento.
Valorizar o que é único e irrepetível no património edificado antigo.
Desmontar estes mal-entendidos com programas que provem, no terreno, que as intervenções de reabilitação exigem tempo, dinheiro e engenho, mas dão um admirável contributo para a saúde social e económica dos locais onde ocorrem.
Contribuir para a definição de um modelo de desenvolvimento equilibrado em função do bem-estar dos cidadãos.
Fomentar a participação activa das populações – enquanto cidadãos de pleno direito – na gestão do presente e na planificação do futuro, no âmbito de espaços inclusivos quer de permanência como de encontro – a polis do séc. XXI.
Santiago do Cacém e Sítio Arqueológico de Miróbriga, 23 de Setembro de 2011
Encontro "Cidades Vivas Cidades Mortas"
CONCLUSÕES
Integrado nas Jornadas Europeias do Património, a Liga dos Amigos de Miróbriga e o Núcleo de Arquitectos do Litoral Alentejano promoveu, no Centro Interpretativo de Miróbriga, no dia 23 de Setembro, um primeiro encontro dedicado ao tema: “Cidades Vivas, Cidades Mortas”.
Entenderam os organizadores convidar para esta reflexão, agentes do planeamento urbano, como autarcas, arqueólogos, arquitectos, urbanistas, historiadores, técnicos municipais, para reflectir sobre a importância deste diálogo entre o Passado e o Presente nos meios urbanos, já que, como se diz na apresentação do Evento, “Na sociedade contemporânea são cada vez maiores os conflitos entre as necessidades e os requisitos da vida moderna e a presença e as memórias do Passado, a que genericamente se designa o Património Cultural Edificado”.
Os objectivos deste encontro, que se pretende o primeiro de muitos, são:
Elencar os principais problemas, atritos ou conflitos que as diferentes especialidades encontram na gestão diária da Polis moderna.
Clarificar a convergência de interesses entre autarcas, arqueólogos, arquitectos, engenheiros, promotores, que é na maior parte das vezes, complicada e é necessário identificar algumas dessas divergências e subsequentemente modos de as minimizar…
Coligir e divulgar exemplos, boas práticas e saudável convívio entre os diversos interesses.
Lançar as bases para a futura discussão para uma possível carta de boas práticas que congregue estas diferentes especialidades.
Pretende-se que estes encontros prossigam procurando demonstrar mais casos de sucesso, de equipas multidisciplinares com excelentes resultados (por exp. Museu Machado de Castro ou Santa a Clara a Velha; Alcácer do Sal, Lagos, Coimbra,) e alargar a outros especialistas, como por exemplo, arquitectos paisagistas, técnicos de turismo, etc.
Numa outra fase, será necessário reflectir na questão económica e de marketing, de como estas Cidades Velhas podem trazer notoriedade e valor acrescentado e financeiro às Cidades Novas.
Assim os participantes no primeiro encontro “Cidades Vivas, Cidades Mortas”, concluem, e declaram de toda a importância:
Enaltecer e incentivar a realização de iniciativas de divulgação e animação de Sítios Arqueológicos com encontros temáticos e através de um conjunto de acções de animação; e fomentar outras de carácter formativo, no sentido de manter as “Cidades Mortas” como Sítios Arqueológicos Vivos.
Reconhecer que é possível manter o rigor histórico e a autenticidade e simultaneamente transmitir conhecimento de um modo didáctico-pedagógico, reabilitando o património, valorizando-o, acrescentando um estímulo decisivo recriando simultaneamente o ambiente e as acções que foram caracterizando o sítio nas suas várias épocas, dando uma nova vida e imagem ao património, designadamente com recurso a recriações históricas, ao texto, ao desenho, ao foto-realismo, à recriação virtual e à sua divulgação por meios os mais diversos, incluindo os electrónicos em rede.
Definir e divulgar às populações e com as populações, a especificidade do património edificado e o interesse em estudar a “ruína”, como fragmento de arquitectura do passado, em contextos historicamente enquadrados.
Tomar exemplos de referência e prova de que, de hoje em diante, só devem fazer-se intervenções urbanas em articulação, numa indispensável metodologia de trabalho em equipa multi-disciplinar, no entendimento de que as áreas urbanas actuais se sobrepõem a horizontes de ocupação mais antigos, nalguns casos – a maioria – pré e proto-históricos, romanos, medievais e modernos.
Clarificar e caracterizar o papel dos vários saberes no processo de interpretação e intervenção dos locais, na perspectiva da metadisciplinaridade .
Considerar que os sítios arqueológicos, designadamente as cidades romanas, islâmicas e de outras épocas, são ainda hoje uma lição, e tentar com elas aprender como se pode usar, reciclar e proteger bens naturais como a água, jardins e bosques, de forma sustentável e equilibrada.
Partir da premissa de que uma cidade viva encerra um «arquivo de terra», contendo informação relevante para o conhecimento da sua História e que caracteriza a sua especificidade cultural, e a partir desta premissa, incentivar a organização de Programas Globais, que correspondam a um conjunto de acções programadas a médio e longo prazo para salvaguardar e rentabilizar o património passível de valorização, partilhando o seu conhecimento com a população residente e eventualmente com comunidades sazonais, no pólo oposto da tradicional intervenção avulsa, resultante de uma evidente falta de planeamento.
Valorizar o que é único e irrepetível no património edificado antigo.
Desmontar estes mal-entendidos com programas que provem, no terreno, que as intervenções de reabilitação exigem tempo, dinheiro e engenho, mas dão um admirável contributo para a saúde social e económica dos locais onde ocorrem.
Contribuir para a definição de um modelo de desenvolvimento equilibrado em função do bem-estar dos cidadãos.
Fomentar a participação activa das populações – enquanto cidadãos de pleno direito – na gestão do presente e na planificação do futuro, no âmbito de espaços inclusivos quer de permanência como de encontro – a polis do séc. XXI.
Santiago do Cacém e Sítio Arqueológico de Miróbriga, 23 de Setembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Agradecimento
Gostaríamos de agradecer a todos os que participaram no encontro "Cidades Vivas Cidades Mortas", aos oradores, que generosamente partilharam connosco excelentes comunicações, ao Dr. Sérgio Pereira Bento e aos apoios recebidos, porque sem eles não teria sido possível: Núcleo de Arquitectos do Litoral Alentejano, Direcção Regional de Cultura do Alentejo, Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Junta de Freguesia de Santiago do Cacém, Caixa de Crédito Agrícola, L Arquitectos, Smile@culture, Hotel Caminhos de Santiago e aos excelentes voluntários da LASAM: , Anabela, Ana Sabino, Ivone Pereira Bento, João Sousa, José Matias, José Raul, Natália Caiero, Rosa Pereira, Rui Fragoso e Sofia Tereso.
A todos muito obrigado e até para o ano!
A todos muito obrigado e até para o ano!
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
A Cinco Tons: Cidades Vivas, Cidades Mortas
A Cinco Tons: Cidades Vivas, Cidades Mortas: " Parti eu, em trabalhos anteriores, do princípio de que os vestígios do "Passado Remoto" em meio urbano poderiam contribuir para uma melho...
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Encontro Cidades Vivas Cidades Mortas
Hoje publicamos aqui o resumo da comunicação da Dra. Filomena Barata, grande amiga e profunda conhecedora de Miróbriga:
1 - Que papel podem desempenhar os vestígios do Passado remoto na paisagem urbana?
2 - Será possível que eles participem, a par do Edificado, já que são as ruínas dificilmente reutilizáveis, um papel rememorativo ou sociabilizador?
Parti eu, em trabalhos anteriores, do princípio de que os vestígios do “Passado Remoto” em meio urbano poderiam contribuir para uma melhor articulação entre o Espaço e o Tempo.
É óbvio após a experiência vivida em alguns Centros Históricos, designadamente o de Évora, não me é possível fazê-lo partindo dos mesmos pressupostos ou, pelo menos, formulá-los como se tratassem de dados adquiridos ou indicutíveis, pois nem sempre é possível compatibilizar o Passado e o Presente, questão que se coloca com mais acutilância quando tratamos de vestígios arqueológicos.
Aqui fica o seu resumo biográfico:
Maria Filomena dos Santos Barata
Licenciada em História, pela Faculdade de Letras de Lisboa, em 1980, com o Mestrado de Arqueologia na Faculdade de Letras do Porto em 1995.
Técnica Superior do IGESPAR, a partir de 2011.
Foi Directora Regional de Évora do IPPAR de 2001 a 2009.
Foi Co-responsável do Programa «Itinerários Arqueológicos do Alentejo e do Algarve».
Foi responsável pelas Ruínas de Miróbriga e do seu programa de Valorização, até 2008, mantendo um projecto de investigação deste Sítio Arqueológico.
Fez parte do Conselho Editorial do Consórcio da Cidade Histórico-Artística e Arqueológica de Mérida e foi a correspondente portuguesa da Revista de Arqueologia, Madrid.
Autora de inúmeros artigos e obras na área do Património Arqueológico e Edificado.
Faz parte da Liga de Amigos de Miróbriga desde a sua criação.
1 - Que papel podem desempenhar os vestígios do Passado remoto na paisagem urbana?
2 - Será possível que eles participem, a par do Edificado, já que são as ruínas dificilmente reutilizáveis, um papel rememorativo ou sociabilizador?
Parti eu, em trabalhos anteriores, do princípio de que os vestígios do “Passado Remoto” em meio urbano poderiam contribuir para uma melhor articulação entre o Espaço e o Tempo.
É óbvio após a experiência vivida em alguns Centros Históricos, designadamente o de Évora, não me é possível fazê-lo partindo dos mesmos pressupostos ou, pelo menos, formulá-los como se tratassem de dados adquiridos ou indicutíveis, pois nem sempre é possível compatibilizar o Passado e o Presente, questão que se coloca com mais acutilância quando tratamos de vestígios arqueológicos.
Aqui fica o seu resumo biográfico:
Maria Filomena dos Santos Barata
Licenciada em História, pela Faculdade de Letras de Lisboa, em 1980, com o Mestrado de Arqueologia na Faculdade de Letras do Porto em 1995.
Técnica Superior do IGESPAR, a partir de 2011.
Foi Directora Regional de Évora do IPPAR de 2001 a 2009.
Foi Co-responsável do Programa «Itinerários Arqueológicos do Alentejo e do Algarve».
Foi responsável pelas Ruínas de Miróbriga e do seu programa de Valorização, até 2008, mantendo um projecto de investigação deste Sítio Arqueológico.
Fez parte do Conselho Editorial do Consórcio da Cidade Histórico-Artística e Arqueológica de Mérida e foi a correspondente portuguesa da Revista de Arqueologia, Madrid.
Autora de inúmeros artigos e obras na área do Património Arqueológico e Edificado.
Faz parte da Liga de Amigos de Miróbriga desde a sua criação.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Encontro Cidades Vivas Cidades Mortas
Hoje publicamos o resumo da comunicação que o Arq. Pedro Alarcão, da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto irá proferir.
Conimbriga. Conservação e Inteligibilidade
A comunicação desenvolve-se em torno de quatro questões fundamentais: qual o interesse em estudar a ruína, fragmento de arquitectura do passado; qual o papel do arquitecto no processo de descoberta e interpretação da ruína; qual a especificidade do património arqueológico; e, finalmente, como se caracteriza a intervenção do arquitecto na ruína.
Do Arq. Pedro Alarcão podemos referir que é arquitecto (FAUP, 1986), Doutorado em Arquitectura com a tese Construir na Ruína. A propósito da cidade romanizada de Conimbriga (FAUP, 2009). Docente da FAUP desde 1993, actualmente é Professor Regente das disciplinas de Projecto 2 do Curso de Mestrado Integrado (MIARQ-FAUP), de Metodologias de Projecto do Curso de Estudos Avançadosem Património Arquitectónico (CEAPA-FAUP) e de Arquitectura, do Perfil B, do Programa de Doutoramento em Arquitectura (PDA-FAUP). Participa em diversos cursos, conferências e workshops sobre o Património Arquitectónico, organizados por várias instituições, nacionais e estrangeiras. Tem igualmente actividade de projecto nas áreas da habitação unifamiliar, equipamentos e conservação e reabilitação patrimonial. Membro do Conselho Assessor da Revista Arqueologia de la Arquitectura (Revista do Conselho Superior de Investigações Cientificas, Ministério de Ciência e Inovação, Espanha). Membro do Conselho Cientifico da FAUP. Investigador do Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo (CEAU-FAUP), Grupo Património Arquitectónico da Cidade e do Território (PACT), onde coordena uma Linha de Investigação intitulada Atlas das Vias e Cidades Antigas de Portugal. Interesses de investigação: Arquitectura, Património arquitectónico e arqueológico.
Conimbriga. Conservação e Inteligibilidade
A comunicação desenvolve-se em torno de quatro questões fundamentais: qual o interesse em estudar a ruína, fragmento de arquitectura do passado; qual o papel do arquitecto no processo de descoberta e interpretação da ruína; qual a especificidade do património arqueológico; e, finalmente, como se caracteriza a intervenção do arquitecto na ruína.
Do Arq. Pedro Alarcão podemos referir que é arquitecto (FAUP, 1986), Doutorado em Arquitectura com a tese Construir na Ruína. A propósito da cidade romanizada de Conimbriga (FAUP, 2009). Docente da FAUP desde 1993, actualmente é Professor Regente das disciplinas de Projecto 2 do Curso de Mestrado Integrado (MIARQ-FAUP), de Metodologias de Projecto do Curso de Estudos Avançados
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Programa definitivo do encontro
09.00 – Recepção e confirmação de inscrições
09.30 – Inicio dos trabalhos
09.45 – Apresentação:
Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém – Vítor Proença
Presidente da Ordem dos Arquitectos – Arq. João Rodeia
Directora Regional de Cultura do Alentejo – Prof. Dra. Aurora Carapinha
10.15 – 1ª Sessão
Dr. Santiago Macias – Vereador da Câmara Municipal de Moura
Arq. Ricardo Pereira – Câmara Municipal de Sines
Dr. António Vallera - ERA Arqueologia
11.15 – Coffee break
11.30 – 2ª Sessão
Dra. Inês Vaz Pinto – Estação Arqueológica de Tróia
Eng. João Appleton – A2P
Arq. Victor Mestre - vmsa arquitectos
13.00 – Almoço livre
14.30 – 3º Sessão
Dr. Rui Fragoso/Arq. Carmen Pinela - smile@culture
Arq. Pedro Alarcão – FAUP
Dra. Conceição Lopes – Instituto de Arqueologia da Universidade de Coimbra
Dr. Luis Mata – Câmara Municipal de Santarém
15.45 – Coffee break
16.00 – 4ª Sessão
Dra. Filomena Barata - IGESPAR
Dra. Elena Moran – Câmara Municipal de Lagos
Arq. Pedro Paredes – Presidente Câmara Municipal de Alcácer do Sal
16.45 – Conclusões
Dr. Sérgio Pereira Bento
17.00 – Encerramento
Jorge Nunes – Presidente da Assembleia-geral da LASAM
17.15 – Visita a Miróbriga
18.45 – Jantar volante em Miróbriga.
09.30 – Inicio dos trabalhos
09.45 – Apresentação:
Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém – Vítor Proença
Presidente da Ordem dos Arquitectos – Arq. João Rodeia
Directora Regional de Cultura do Alentejo – Prof. Dra. Aurora Carapinha
10.15 – 1ª Sessão
Dr. Santiago Macias – Vereador da Câmara Municipal de Moura
Arq. Ricardo Pereira – Câmara Municipal de Sines
Dr. António Vallera - ERA Arqueologia
11.15 – Coffee break
11.30 – 2ª Sessão
Dra. Inês Vaz Pinto – Estação Arqueológica de Tróia
Eng. João Appleton – A2P
Arq. Victor Mestre - vmsa arquitectos
13.00 – Almoço livre
14.30 – 3º Sessão
Dr. Rui Fragoso/Arq. Carmen Pinela - smile@culture
Arq. Pedro Alarcão – FAUP
Dra. Conceição Lopes – Instituto de Arqueologia da Universidade de Coimbra
Dr. Luis Mata – Câmara Municipal de Santarém
15.45 – Coffee break
16.00 – 4ª Sessão
Dra. Filomena Barata - IGESPAR
Dra. Elena Moran – Câmara Municipal de Lagos
Arq. Pedro Paredes – Presidente Câmara Municipal de Alcácer do Sal
16.45 – Conclusões
Dr. Sérgio Pereira Bento
17.00 – Encerramento
Jorge Nunes – Presidente da Assembleia-geral da LASAM
17.15 – Visita a Miróbriga
18.45 – Jantar volante em Miróbriga.
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