sexta-feira, 22 de junho de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Em Miróbriga, a propósito do Dia dos Monumentos e Sítios
"Forum e Balneários, Fotografia aérea Filomena Barata, 1995"]
A Liga dos Amigos do Sítio Arqueológico de Miróbriga, prosseguindo os seus objectivos de promoção e divulgação do Sítio Arqueológico de Miróbriga, vem, mais uma vez comemorar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que este ano tem como tema central "Do Património Mundial ao Património Local: proteger e gerir a mudança", no próximo dia 21 de Abril de 2012, a partir das 15.00. «O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios foi criado pelo International Council on Monuments and Sites (ICOMOS) a 18 de Abril de 1982 e aprovado pela UNESCO no ano seguinte, com o objetivo de sensibilizar o público para a diversidade e para a vulnerabilidade do património cultural, bem como para o esforço envolvido na sua proteção e conservação. Com a celebração do 40º aniversário da Convenção para o Património Mundial, Cultural e Natural da UNESCO, surgiu a “Lista do Património Mundial” e, por esse motivo, o International Council on Monuments and Sites (ICOMOS) elegeu o Património Mundial como tema de celebração em 2012, tendo o Instituto para a Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico (IGESPAR) estabelecido a ligação ao Património Local» Assim, numa parceria com o projecto “portugalromano.com” irão decorrer diversas iniciativas, como se pode verificar no programa em anexo.
Contamos com a vossa divulgação e presença no próximo dia 21 em Miróbriga!

A Liga dos Amigos do Sítio Arqueológico de Miróbriga, prosseguindo os seus objectivos de promoção e divulgação do Sítio Arqueológico de Miróbriga, vem, mais uma vez comemorar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que este ano tem como tema central "Do Património Mundial ao Património Local: proteger e gerir a mudança", no próximo dia 21 de Abril de 2012, a partir das 15.00. «O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios foi criado pelo International Council on Monuments and Sites (ICOMOS) a 18 de Abril de 1982 e aprovado pela UNESCO no ano seguinte, com o objetivo de sensibilizar o público para a diversidade e para a vulnerabilidade do património cultural, bem como para o esforço envolvido na sua proteção e conservação. Com a celebração do 40º aniversário da Convenção para o Património Mundial, Cultural e Natural da UNESCO, surgiu a “Lista do Património Mundial” e, por esse motivo, o International Council on Monuments and Sites (ICOMOS) elegeu o Património Mundial como tema de celebração em 2012, tendo o Instituto para a Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico (IGESPAR) estabelecido a ligação ao Património Local» Assim, numa parceria com o projecto “portugalromano.com” irão decorrer diversas iniciativas, como se pode verificar no programa em anexo.
Contamos com a vossa divulgação e presença no próximo dia 21 em Miróbriga!
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Conclusões do encontro "Cidades Vivas Cidades Mortas"
Apresentamos as conclusões, aprovadas no encerramento do encontro "Cidades Vivas Cidades Mortas", da autoria do Dr. Sérgio Pereira Bento:
Encontro "Cidades Vivas Cidades Mortas"
CONCLUSÕES
Integrado nas Jornadas Europeias do Património, a Liga dos Amigos de Miróbriga e o Núcleo de Arquitectos do Litoral Alentejano promoveu, no Centro Interpretativo de Miróbriga, no dia 23 de Setembro, um primeiro encontro dedicado ao tema: “Cidades Vivas, Cidades Mortas”.
Entenderam os organizadores convidar para esta reflexão, agentes do planeamento urbano, como autarcas, arqueólogos, arquitectos, urbanistas, historiadores, técnicos municipais, para reflectir sobre a importância deste diálogo entre o Passado e o Presente nos meios urbanos, já que, como se diz na apresentação do Evento, “Na sociedade contemporânea são cada vez maiores os conflitos entre as necessidades e os requisitos da vida moderna e a presença e as memórias do Passado, a que genericamente se designa o Património Cultural Edificado”.
Os objectivos deste encontro, que se pretende o primeiro de muitos, são:
Elencar os principais problemas, atritos ou conflitos que as diferentes especialidades encontram na gestão diária da Polis moderna.
Clarificar a convergência de interesses entre autarcas, arqueólogos, arquitectos, engenheiros, promotores, que é na maior parte das vezes, complicada e é necessário identificar algumas dessas divergências e subsequentemente modos de as minimizar…
Coligir e divulgar exemplos, boas práticas e saudável convívio entre os diversos interesses.
Lançar as bases para a futura discussão para uma possível carta de boas práticas que congregue estas diferentes especialidades.
Pretende-se que estes encontros prossigam procurando demonstrar mais casos de sucesso, de equipas multidisciplinares com excelentes resultados (por exp. Museu Machado de Castro ou Santa a Clara a Velha; Alcácer do Sal, Lagos, Coimbra,) e alargar a outros especialistas, como por exemplo, arquitectos paisagistas, técnicos de turismo, etc.
Numa outra fase, será necessário reflectir na questão económica e de marketing, de como estas Cidades Velhas podem trazer notoriedade e valor acrescentado e financeiro às Cidades Novas.
Assim os participantes no primeiro encontro “Cidades Vivas, Cidades Mortas”, concluem, e declaram de toda a importância:
Enaltecer e incentivar a realização de iniciativas de divulgação e animação de Sítios Arqueológicos com encontros temáticos e através de um conjunto de acções de animação; e fomentar outras de carácter formativo, no sentido de manter as “Cidades Mortas” como Sítios Arqueológicos Vivos.
Reconhecer que é possível manter o rigor histórico e a autenticidade e simultaneamente transmitir conhecimento de um modo didáctico-pedagógico, reabilitando o património, valorizando-o, acrescentando um estímulo decisivo recriando simultaneamente o ambiente e as acções que foram caracterizando o sítio nas suas várias épocas, dando uma nova vida e imagem ao património, designadamente com recurso a recriações históricas, ao texto, ao desenho, ao foto-realismo, à recriação virtual e à sua divulgação por meios os mais diversos, incluindo os electrónicos em rede.
Definir e divulgar às populações e com as populações, a especificidade do património edificado e o interesse em estudar a “ruína”, como fragmento de arquitectura do passado, em contextos historicamente enquadrados.
Tomar exemplos de referência e prova de que, de hoje em diante, só devem fazer-se intervenções urbanas em articulação, numa indispensável metodologia de trabalho em equipa multi-disciplinar, no entendimento de que as áreas urbanas actuais se sobrepõem a horizontes de ocupação mais antigos, nalguns casos – a maioria – pré e proto-históricos, romanos, medievais e modernos.
Clarificar e caracterizar o papel dos vários saberes no processo de interpretação e intervenção dos locais, na perspectiva da metadisciplinaridade .
Considerar que os sítios arqueológicos, designadamente as cidades romanas, islâmicas e de outras épocas, são ainda hoje uma lição, e tentar com elas aprender como se pode usar, reciclar e proteger bens naturais como a água, jardins e bosques, de forma sustentável e equilibrada.
Partir da premissa de que uma cidade viva encerra um «arquivo de terra», contendo informação relevante para o conhecimento da sua História e que caracteriza a sua especificidade cultural, e a partir desta premissa, incentivar a organização de Programas Globais, que correspondam a um conjunto de acções programadas a médio e longo prazo para salvaguardar e rentabilizar o património passível de valorização, partilhando o seu conhecimento com a população residente e eventualmente com comunidades sazonais, no pólo oposto da tradicional intervenção avulsa, resultante de uma evidente falta de planeamento.
Valorizar o que é único e irrepetível no património edificado antigo.
Desmontar estes mal-entendidos com programas que provem, no terreno, que as intervenções de reabilitação exigem tempo, dinheiro e engenho, mas dão um admirável contributo para a saúde social e económica dos locais onde ocorrem.
Contribuir para a definição de um modelo de desenvolvimento equilibrado em função do bem-estar dos cidadãos.
Fomentar a participação activa das populações – enquanto cidadãos de pleno direito – na gestão do presente e na planificação do futuro, no âmbito de espaços inclusivos quer de permanência como de encontro – a polis do séc. XXI.
Santiago do Cacém e Sítio Arqueológico de Miróbriga, 23 de Setembro de 2011
Encontro "Cidades Vivas Cidades Mortas"
CONCLUSÕES
Integrado nas Jornadas Europeias do Património, a Liga dos Amigos de Miróbriga e o Núcleo de Arquitectos do Litoral Alentejano promoveu, no Centro Interpretativo de Miróbriga, no dia 23 de Setembro, um primeiro encontro dedicado ao tema: “Cidades Vivas, Cidades Mortas”.
Entenderam os organizadores convidar para esta reflexão, agentes do planeamento urbano, como autarcas, arqueólogos, arquitectos, urbanistas, historiadores, técnicos municipais, para reflectir sobre a importância deste diálogo entre o Passado e o Presente nos meios urbanos, já que, como se diz na apresentação do Evento, “Na sociedade contemporânea são cada vez maiores os conflitos entre as necessidades e os requisitos da vida moderna e a presença e as memórias do Passado, a que genericamente se designa o Património Cultural Edificado”.
Os objectivos deste encontro, que se pretende o primeiro de muitos, são:
Elencar os principais problemas, atritos ou conflitos que as diferentes especialidades encontram na gestão diária da Polis moderna.
Clarificar a convergência de interesses entre autarcas, arqueólogos, arquitectos, engenheiros, promotores, que é na maior parte das vezes, complicada e é necessário identificar algumas dessas divergências e subsequentemente modos de as minimizar…
Coligir e divulgar exemplos, boas práticas e saudável convívio entre os diversos interesses.
Lançar as bases para a futura discussão para uma possível carta de boas práticas que congregue estas diferentes especialidades.
Pretende-se que estes encontros prossigam procurando demonstrar mais casos de sucesso, de equipas multidisciplinares com excelentes resultados (por exp. Museu Machado de Castro ou Santa a Clara a Velha; Alcácer do Sal, Lagos, Coimbra,) e alargar a outros especialistas, como por exemplo, arquitectos paisagistas, técnicos de turismo, etc.
Numa outra fase, será necessário reflectir na questão económica e de marketing, de como estas Cidades Velhas podem trazer notoriedade e valor acrescentado e financeiro às Cidades Novas.
Assim os participantes no primeiro encontro “Cidades Vivas, Cidades Mortas”, concluem, e declaram de toda a importância:
Enaltecer e incentivar a realização de iniciativas de divulgação e animação de Sítios Arqueológicos com encontros temáticos e através de um conjunto de acções de animação; e fomentar outras de carácter formativo, no sentido de manter as “Cidades Mortas” como Sítios Arqueológicos Vivos.
Reconhecer que é possível manter o rigor histórico e a autenticidade e simultaneamente transmitir conhecimento de um modo didáctico-pedagógico, reabilitando o património, valorizando-o, acrescentando um estímulo decisivo recriando simultaneamente o ambiente e as acções que foram caracterizando o sítio nas suas várias épocas, dando uma nova vida e imagem ao património, designadamente com recurso a recriações históricas, ao texto, ao desenho, ao foto-realismo, à recriação virtual e à sua divulgação por meios os mais diversos, incluindo os electrónicos em rede.
Definir e divulgar às populações e com as populações, a especificidade do património edificado e o interesse em estudar a “ruína”, como fragmento de arquitectura do passado, em contextos historicamente enquadrados.
Tomar exemplos de referência e prova de que, de hoje em diante, só devem fazer-se intervenções urbanas em articulação, numa indispensável metodologia de trabalho em equipa multi-disciplinar, no entendimento de que as áreas urbanas actuais se sobrepõem a horizontes de ocupação mais antigos, nalguns casos – a maioria – pré e proto-históricos, romanos, medievais e modernos.
Clarificar e caracterizar o papel dos vários saberes no processo de interpretação e intervenção dos locais, na perspectiva da metadisciplinaridade .
Considerar que os sítios arqueológicos, designadamente as cidades romanas, islâmicas e de outras épocas, são ainda hoje uma lição, e tentar com elas aprender como se pode usar, reciclar e proteger bens naturais como a água, jardins e bosques, de forma sustentável e equilibrada.
Partir da premissa de que uma cidade viva encerra um «arquivo de terra», contendo informação relevante para o conhecimento da sua História e que caracteriza a sua especificidade cultural, e a partir desta premissa, incentivar a organização de Programas Globais, que correspondam a um conjunto de acções programadas a médio e longo prazo para salvaguardar e rentabilizar o património passível de valorização, partilhando o seu conhecimento com a população residente e eventualmente com comunidades sazonais, no pólo oposto da tradicional intervenção avulsa, resultante de uma evidente falta de planeamento.
Valorizar o que é único e irrepetível no património edificado antigo.
Desmontar estes mal-entendidos com programas que provem, no terreno, que as intervenções de reabilitação exigem tempo, dinheiro e engenho, mas dão um admirável contributo para a saúde social e económica dos locais onde ocorrem.
Contribuir para a definição de um modelo de desenvolvimento equilibrado em função do bem-estar dos cidadãos.
Fomentar a participação activa das populações – enquanto cidadãos de pleno direito – na gestão do presente e na planificação do futuro, no âmbito de espaços inclusivos quer de permanência como de encontro – a polis do séc. XXI.
Santiago do Cacém e Sítio Arqueológico de Miróbriga, 23 de Setembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Agradecimento
Gostaríamos de agradecer a todos os que participaram no encontro "Cidades Vivas Cidades Mortas", aos oradores, que generosamente partilharam connosco excelentes comunicações, ao Dr. Sérgio Pereira Bento e aos apoios recebidos, porque sem eles não teria sido possível: Núcleo de Arquitectos do Litoral Alentejano, Direcção Regional de Cultura do Alentejo, Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Junta de Freguesia de Santiago do Cacém, Caixa de Crédito Agrícola, L Arquitectos, Smile@culture, Hotel Caminhos de Santiago e aos excelentes voluntários da LASAM: , Anabela, Ana Sabino, Ivone Pereira Bento, João Sousa, José Matias, José Raul, Natália Caiero, Rosa Pereira, Rui Fragoso e Sofia Tereso.
A todos muito obrigado e até para o ano!
A todos muito obrigado e até para o ano!
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